Cultura

Publicado: Segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Relato

E a pombinha gritava
E a pombinha griatava
Seu grito era escuro
E no céu eram profundos
os raios que marcavam.
E a pombinha gritava
E a carroceria abandonada
Fulminante era o impacto
que o instante promovia
Ao despertar fúria presente
e no clima...amor ausente
E tremido...o som saía
E a pombinha gritava
Exalando lágrimas de sangue
Alminha isolada
Coitadinha, toda despenada
Mas no fim de tudo
chuva caiu...
Tristeza sumiu...
com a enchurrada
Que a sujeira levou do nada.
Pombinha não está mais
atormentada
E a corrente do frio
vai-vem
junto com ela vem
também o marco da
nova era.
 
Enviada por Amanda da Silveira Lopes, de Itu 
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